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1 de janeiro de 2012
20 de novembro de 2011
PEERING - Conceito
Peering é um esforço colaborativo, seja de pessoas ou organizações, onde cada parte contribui voluntariamente e de forma aberta para a formação de determinado conteúdo. Essa definição é mais adequada para sua utilização no tráfego de dados na Internet, significando uma interconexão onde as partes envolvidas não necessitam de um acordo explícito.
Ver Peer-to-peer
Peering e seus colaboradores
Uma das características mais intrigantes do peering é entender a motivação que leva milhões de indivíduos a investirem seu tempo em ações que não reverterão benefícios tangíveis a eles, uma vez que eles não recebem qualquer recompensa financeira.
Clay Shirky afirma que podemos entender esse fenómeno como resultado do tempo livre que as tecnologias atuais, tais como as novas ferramentas de compartilhamento online, disponibilizam a seus usuários. Eles demonstram sua valorização por essa conexão e compartilham como uma maneira de satisfazerem suas necessidades de pertencerem a essas comunidades virtuais.
WIKINOMICS: A Nova Economia das Multidões Inteligentes
Esta é uma das premissas do novo livro de Don Tapscott que elege a colaboração de massas, o livre acesso ao conhecimento e a acção global como as ferramentas fundamentais para a competitividade, crescimento e lucro das empresas e da sociedade em geral
Com base num projecto no valor de nove milhões de dólares liderado pelo reconhecido autor Don Tapscott e escrito em parceria com Anthony D. Williams, o livro Wikinomics (já editado em português) demonstra de que forma conjuntos de pessoas, através da colaboração entre pares, podem participar na economia de uma forma jamais vista. Produzir conteúdos para a televisão, sequenciar o genoma humano, remisturar músicas favoritas, desenvolver software, encontrar a cura para determinada doença, inventar novos cosméticos ou até construir motas são apenas algumas das oportunidades possíveis neste novo mundo.
Hoje, enciclopédias, companhias de aviação, sistemas operativos, fundos de investimento e muitas outras áreas estão a ser criadas por equipas que ascendem aos milhares ou até aos milhões. Enquanto alguns líderes temem o crescimento desmesurado das comunidades online, a Wikinomics - ou a economia wiki das multidões inteligentes - prova que este medo é absolutamente infundado. As empresas inteligentes podem (e devem) explorar a capacidade e o génio colectivos para estimular a inovação, o crescimento e o sucesso.
Um wiki não é mais do que um pequeno pedaço de software que permite a milhares de pessoas editar o mesmo website. Mas é o que se faz com ele que abre um mundo de oportunidades infinitas. E como sempre soubemos que duas cabeças pensam melhor do que uma, imaginemos o que acontecerá com 200 milhões a pensarem ao mesmo tempo? Como questiona Tapscott, “se pessoas de todos os cantos do mundo se juntam para criar uma enciclopédia como a Wikipédia que desafiou o poder absoluto da Britannica, então o que é que não é possível criar?”. Software, novos medicamentos, meios para inverter o aquecimento global? A resposta é afirmativa para todas as hipóteses, argumenta Tapscott, citando o exemplo de um seu vizinho, que constitui uma das inúmeras histórias que ilustram o poder e o sucesso da economia colaborativa no livro.
Rob McEwan possuía uma mina de ouro de 223 km2 até descobrir que os geólogos especialistas com quem trabalhava não lhe conseguiam dizer onde escavar. Decidiu então fazer um pouco de prospecção online e lançou um concurso, com um prémio de 500 mil dólares para oferecer a quem quer que fosse que lhe dissesse onde começar a procurar o ouro. As ideias vieram não só de geólogos, mas de estudantes, matemáticos e até de militares. Actualmente, a empresa de prospecção de ouro de McEwen, a Goldcorp Inc., passou de um valor de 100 milhões de dólares para nove mil milhões de dólares.
O que Don Tapscott pretende ilustrar com este exemplo é que os “nossos” especialistas nem sempre são os detentores da verdade, mas se optarmos pelo “open source”, se estivermos preparados para colaborar, é possível encontrar quem nos ajude. E a baixo custo.
E as empresas estão agora a consciencializar-se que muitos dos seus produtos e serviços podem ser criados e desenvolvidos... fora dos limites organizacionais. O termo em inglês, denominado “crowdsourcing” significa simplesmente uma espécie de outsourcing acessível e produzido pelas massas.
A Procter & Gamble é outro dos exemplos apresentados. Em busca de uma nova molécula que fosse capaz de remover nódoas de vinho das roupas, a famosa gigante não apresentou o desafio à sua equipa de inovação e desenvolvimento, mas criou antes um site chamado InnoCentive, no qual cientistas de qualquer parte do mundo pudessem olhar para este problema (e espreitar o que está a ser feito pelos seus pares) e serem pagos pelas soluções apresentadas. Hoje, mais de 30 empresas pertencentes ao ranking da Fortune 500 fazem parte do InnoCentive que já reúne 90 mil cientistas de 175 países. Empresas com problemas de difícil resolução oferecem recompensas chorudas para os que os conseguirem solucionar.
Em suma, a wikinomics é a nova força motora que está a juntar as pessoas, na Internet, para criar um cérebro gigantesco que possa pensar em conjunto sobre os diversos problemas que assolam a humanidade. E resolvê-los!
Um livro absolutamente fascinante e profundamente optimista.
Sobre os autores
Don Tapscott é considerado uma das maiores autoridades mundiais em estratégia de negócios e é fundador e presidente do think tank internacional New Paradigm, que se dedica à investigação do papel da tecnologia na produtividade, eficácia e competitividade das empresas. É autor de 11 livros, incluindo os best-sellers Paradigm Shift, Growing Up Digital e The Naked Company. O seu livro Wikinomics foi escrito em parceria com Anthony D. Williams, um ávido investigador do impacto das novas tecnologias na vida económica e social e vice-presidente da New Paradigm. Os seus clientes incluem executivos de topo das maiores empresas do mundo, bem como líderes governamentais de inúmeros países. Neste momento, Don Tapscott está a finalizar o seu 12º livro, uma espécie de “sequela” de Growing Up Digital e que se intitulará... Grown Up Digital.
Hoje, enciclopédias, companhias de aviação, sistemas operativos, fundos de investimento e muitas outras áreas estão a ser criadas por equipas que ascendem aos milhares ou até aos milhões. Enquanto alguns líderes temem o crescimento desmesurado das comunidades online, a Wikinomics - ou a economia wiki das multidões inteligentes - prova que este medo é absolutamente infundado. As empresas inteligentes podem (e devem) explorar a capacidade e o génio colectivos para estimular a inovação, o crescimento e o sucesso.
Um wiki não é mais do que um pequeno pedaço de software que permite a milhares de pessoas editar o mesmo website. Mas é o que se faz com ele que abre um mundo de oportunidades infinitas. E como sempre soubemos que duas cabeças pensam melhor do que uma, imaginemos o que acontecerá com 200 milhões a pensarem ao mesmo tempo? Como questiona Tapscott, “se pessoas de todos os cantos do mundo se juntam para criar uma enciclopédia como a Wikipédia que desafiou o poder absoluto da Britannica, então o que é que não é possível criar?”. Software, novos medicamentos, meios para inverter o aquecimento global? A resposta é afirmativa para todas as hipóteses, argumenta Tapscott, citando o exemplo de um seu vizinho, que constitui uma das inúmeras histórias que ilustram o poder e o sucesso da economia colaborativa no livro.
Rob McEwan possuía uma mina de ouro de 223 km2 até descobrir que os geólogos especialistas com quem trabalhava não lhe conseguiam dizer onde escavar. Decidiu então fazer um pouco de prospecção online e lançou um concurso, com um prémio de 500 mil dólares para oferecer a quem quer que fosse que lhe dissesse onde começar a procurar o ouro. As ideias vieram não só de geólogos, mas de estudantes, matemáticos e até de militares. Actualmente, a empresa de prospecção de ouro de McEwen, a Goldcorp Inc., passou de um valor de 100 milhões de dólares para nove mil milhões de dólares.
O que Don Tapscott pretende ilustrar com este exemplo é que os “nossos” especialistas nem sempre são os detentores da verdade, mas se optarmos pelo “open source”, se estivermos preparados para colaborar, é possível encontrar quem nos ajude. E a baixo custo.
E as empresas estão agora a consciencializar-se que muitos dos seus produtos e serviços podem ser criados e desenvolvidos... fora dos limites organizacionais. O termo em inglês, denominado “crowdsourcing” significa simplesmente uma espécie de outsourcing acessível e produzido pelas massas.
A Procter & Gamble é outro dos exemplos apresentados. Em busca de uma nova molécula que fosse capaz de remover nódoas de vinho das roupas, a famosa gigante não apresentou o desafio à sua equipa de inovação e desenvolvimento, mas criou antes um site chamado InnoCentive, no qual cientistas de qualquer parte do mundo pudessem olhar para este problema (e espreitar o que está a ser feito pelos seus pares) e serem pagos pelas soluções apresentadas. Hoje, mais de 30 empresas pertencentes ao ranking da Fortune 500 fazem parte do InnoCentive que já reúne 90 mil cientistas de 175 países. Empresas com problemas de difícil resolução oferecem recompensas chorudas para os que os conseguirem solucionar.
Em suma, a wikinomics é a nova força motora que está a juntar as pessoas, na Internet, para criar um cérebro gigantesco que possa pensar em conjunto sobre os diversos problemas que assolam a humanidade. E resolvê-los!
Um livro absolutamente fascinante e profundamente optimista.
Sobre os autores
Don Tapscott é considerado uma das maiores autoridades mundiais em estratégia de negócios e é fundador e presidente do think tank internacional New Paradigm, que se dedica à investigação do papel da tecnologia na produtividade, eficácia e competitividade das empresas. É autor de 11 livros, incluindo os best-sellers Paradigm Shift, Growing Up Digital e The Naked Company. O seu livro Wikinomics foi escrito em parceria com Anthony D. Williams, um ávido investigador do impacto das novas tecnologias na vida económica e social e vice-presidente da New Paradigm. Os seus clientes incluem executivos de topo das maiores empresas do mundo, bem como líderes governamentais de inúmeros países. Neste momento, Don Tapscott está a finalizar o seu 12º livro, uma espécie de “sequela” de Growing Up Digital e que se intitulará... Grown Up Digital.
16 de novembro de 2011
CLOUD COMPUTING
A Cloud Computing – ou computação na nuvem – tornou-se numa tecnologia indispensável. Promete menores custos para as empresas, maior flexibilidade na gestão das soluções informáticas, garante melhorias na eficiência e uma escalabilidade à medida.
5 de novembro de 2011
A LEI DE MOORE
Gordon Moore acha que a “sua” lei faz parte da história, mas a Intel, a sua empresa de origem de que foi fundador, acha que não e quer continuar a provar a sua existência.
Há 40 anos, viviam-se então os primeiros dias da microelectrónica, um jovem engenheiro chamado Gordon Moore reconheceu uma tendência que viria a definir a estratégia empresarial da actual indústria de semicondutores, que hoje vale cerca de 200 mil milhões de dólares.
Esta observação – mais tarde chamada Lei de Moore – previa que a complexidade dos circuitos integrados iria duplicar todos os anos com uma correspondente redução dos custos.
Esta observação permitiu também que uma indústria dos semicondutores em evolução criasse o microprocessador – o cérebro dos computadores – e muitos outros circuitos integrados que permitiram trazer “à luz do dia” os computadores pessoais, a Internet, os telemóveis e os jogos de vídeo.
Utilizando os avanços na tecnologia dos chips dos computadores, temos hoje filmes e programas de TV com imagens animadas foto-realistas, automóveis que consomem e poluem menos, formas de encontrar um animal de estimação perdido (chip de identificação incorporado), e dispositivos que nos ajudam a encontrar o caminho numa cidade desconhecida (GPS).
Gordon Moore, fundador da Intel, já veio dizer que a Lei de Moore não faz mais sentido, mas a Intel “está a trabalhar intensamente no sentido de assegurar que a Lei de Moore vai continuar a impulsionar a nossa indústria no futuro.
Temos já planeados os próximos 10 a 15 anos de avanços nos nossos laboratórios de pesquisa”, salientou Craig Barrett, CEO da Intel Corporation. “Prevemos não só a continuação dos avanços nos sectores da informática tradicional e das comunicações, como também um futuro em que a tecnologia dos semicondutores vai ajudar a revolucionar a indústria dos cuidados de saúde, a maneira como educamos os nossos filhos, a maneira como nos protegemos o nosso ambiente, e a maneira de gerirmos as nossas tarefas diárias num mundo mais complexo.
Os chips de silício – cada vez mais poderosos na sequência da Lei de Moore – vão continuar a levar estas potencialidades às pessoas em todo o mundo por um custo cada vez mais baixo”.
O Que é a Lei de Moore?
2 de novembro de 2011
QUANTIDADE DE INFORMAÇÃO NO MUNDO
Pesquisadores estimam a quantidade de informação existente no mundo. Levantamento diz que os seres humanos produziram 295 exabytes de informação, dados que chegariam até a Lua caso fossem gravados em CDs.
Se você acha que existe informação demais na internet, pare para pensar em parâmetros mundiais. Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acabam de estimar a quantidade de informação produzida entre os anos de 1986 e 2007, chegando à soma estratosférica de 296 exabytes.
Esse valor equivale a uma pilha de CDs de 400 metros de diâmetro, capaz de ultrapassar a altura da Lua, afirma Martin Hilbert, coordenador responsável pelo projeto. Isso porque 1 exabyte equivale a cerca de 1 bilhão de gigabytes, ou seja, informação para dar e vender.
Os pesquisadores estimaram o quanto de informação você pode guardar em todos os computadores e dispositivos tecnológicos, papéis, livros, gravações e até mesmo o chip de memória do seu cartão de crédito.
A seguir, eles calcularam quanto dessa informação pode ser transmitida, seja pela internet, televisão, rádio e celulares. Por último, foi calculado o quantidade final de informação que pode ser armazenada, chegando ao resultado final.
Porém, comparado com a capacidade de processamento da natureza, esses números são extremamente humildes. Por exemplo, se quiséssemos dar nomes a todas as estrelas do céu, seríamos capazes de batizar apenas uma em cada mil, isso usando todas as formas de armazenamento, seja papel ou discos rígidos.
Uma pessoa, na média, é capaz de comunicar cerca de seis jornais completos por dia, seja em conversas, mensagens e troca de dados. Claro, a computação é o processo de armazenamento que mais cresce no mundo, porém ela ainda não é capaz de dar conta do que nosso cérebro pode fazer.
Isso porque, ao colocar todos os computadores (estimados em 2007) juntos, eles seriam capazes de executar instruções, no máximo, iguais ao processamento de um cérebro humano no mesmo intervalo de tempo de 1 segundo.
A pesquisa é um importante fator indicativo socioeconômico, uma vez que a informação cada vez mais faz parte de nossas vidas, afirma Martin Hilbert. O estudo foi publicado na Science Express e teve como co-autora a pesquisadora Priscila Lopez, da Universidade da Catalunha
10/1/2008 - Quantidade de informação gerada nos últimos cinquenta anos é igual aos cinco mil anteriores
Cada vez mais estamos gerando mais documentos em papel. Segundo a AIIM International – Association for Information and Image Management International, EUA, a maior associação do mundo sobre gerenciamento da documentação, 95% das informações dos Estados Unidos estavam em papel em 1990. Este ano, cerca de 92% das informações ainda estarão em papel.
A humanidade gerou a mesma quantidade de informação nos últimos 50 anos que nos 5 mil anteriores. Esse número duplicará nos próximos 26 meses. Em 2010, a informação duplicará a cada 11 horas.
Fonte: CENADEM
Quanta informação há no mundo?
16 de outubro de 2011
15 de outubro de 2011
PROSUMIDOR OU PROSUMER
Alvin Toffler, no seu livro A Terceira Onda, criou um termo para designar um novo tipo de personagem na sociedade capitalista.
O prosumidor (do inglês: prosumer), é o consumidor que produz conteúdo para outros consumidores, ou mesmo outros prosumidores.
O primeiro passo para se tornar um prosumidor é a inclusão digital.
Mas não é a inclusão digital para recebimento de média, mas sim para produção de média.
As ferramentas na internet estão ai para isso.
De blogs a wikis, todos podemos participar desse novo mundo.
O segundo passo é o pensamento crítico.
Questionar, questionar, questionar.
A chave para o conhecimento é nunca saber o suficiente para parar de conhecer.
O prosumidor assume a capacidade de indicar o que quer e como quer.
Mas, e você, o que tem feito que também o torna um prosumidor?
O seguinte vídeo , apesar de viajar um pouco, demonstra o que é um prosumidor, como surgiu e o que isso tem haver com o nosso futuro.
ALVIN TOFFLER II
A Terceira Vaga - de Alvin Toffler
![]() |
| Alvin Toffle, autor de "A Terceira Vaga" |
"A Terceira Vaga", ou "A Terceira Onda" (no Brasil), é um livro do sociólogo, Alvin Toffler, que foi considerado um futurista e ironicamente catalogado como sendo de ficção cientifica, o livro foi escrito em 1980, e descreve a evolução económica, política e social da humanidade por vagas.
Temos pois a primeira vaga, que durou mais de 10 mil anos, que é a Revolução Agrícola, que teve uma cultura, organização social, politica e filosófica voltada para os objetivos respectivos desse tipo de sociedade. A Seguir, surgiu com a Revolução Industrial em finais do Séc. XVII, sendo essa a Segunda Vaga, na qual se impôs um cunho invisível, como diz Toffler, no intuito de construir uma nova sociedade industrial, e essa Segunda Vaga, tanto foi aplicada quer pela direita conservadora, como pela esquerda socialista da ex-URSS.
Na segunda vaga, os estados tornaram-se laicos, disseminou-se a democracia e o sufrágio universal, bem como as repúblicas, pois na nova filosofia, já não se valorizavam as pessoas pelo seu nascimento mas sim pela eficiência e utilidade de acordo com os interesses da nova vaga, propaga-se o ensino gratuito e universal, e em particular o profissionalizante.
A partir do fim da II Guerra Mundial, começa a desenhar-se no horizonte da história humana, a Terceira Vaga. Baseada fundamentalmente numa sociedade da informação e da alta tecnologia, que será a sociedade Pós-Moderna deste século XXI.
Um livro indispensável no estudo da sociologia, da história e da cultura geral, não se deve ler só por ter sido um best-seller mas fundamentalmente pela sua importância sociológica.
É atualmente o meu livro de cabeceira e das horas passadas nos transportes públicos, nas deslocações que faço de casa para o trabalho e de lá para a universidade. Vale a pena ler.
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