Blogue das cadeiras de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA no ano lectivo de 2010-2011 e de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO de 2011-2012 do ISCAD da Universidade Lusófona. AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO (TIC), SÃO INSTRUMENTOS MUITO IMPORTANTES E RELEVANTES PARA A QUALIFICAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS. PRINCIPALMENTE NO ENSINO, PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A TODA A POPULAÇÃO. DESIGNADAMENTE NOS SERVIÇOS A CARGO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE, JUSTIÇA, FINANÇAS, ETC… SÓ ASSIM SE PODE OBTER UM FUNCIONAMENTO DO SISTEMA RAZOAVELMENTE PRODUTIVO, ORGANIZADO E MODERNIZADO A NÍVEL DE EQUIPAMENTOS, OU SEJA, UM SISTEMA DE TRABALHO COM MAIORES FACILIDADES. CONTRIBUI COM POSTAGENS E COM A CRIAÇÃO DE NOVAS ETIQUETAS, PARA O ENRIQUECIMENTO DESTE BLOG. VISUALIZAR BLOG EM MOSAICO http://iscad-siap2010.blogspot.com/view/flipcard
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5 de novembro de 2011

A FÍSICA DO FUTURO

A Física do Futuro (Michio Kaku) 

Em novo livro, Michio Kaku afirma que fim da ideia de duplicação periódica de poder de chips por volta de 2020 diminuirá interesse dos consumidores. A famosa Lei de Moore  sobre a duplicação de densidade e poder dos transistores de chips a cada dois anos não apenas irá acabar como seu final pode significar um desastre económico quando acontecer, segundo previsão do respeitado cientista Michio Kaku em seu novo livro “Physics of the Future”. (A conhecida "lei" foi criada nos anos 1960 pelo co-fundador da Intel, Gordon Moore.)



Como será a vida daqui a cem anos? Que tecnologias teremos à nossa disposição e de que forma condicionaram a progressão do mundo? Quais serão as grandes mudanças e que meios terão sido utilizados para as concretizar? Estas são algumas das perguntas que o autor responde neste livro, onde, tendo por base o conhecimento de vários cientistas de diferentes áreas, o autor prevê não só os avanços da ciência, mas a medida em que estas mudanças alteraram o quotidiano de cada um.
É extraordinariamente fácil compreender este livro. Apesar das múltiplas tecnologias apresentadas e das leis aplicadas à sua criação, o autor apresenta inclusive os aspectos mais técnicos de forma acessível ao leitor comum, não sendo, portanto, necessário um grande conhecimento a nível de física para compreender os conceitos apresentados neste livro. Além disso, toda a exposição é construída de forma muito organizada, dividida por temas essenciais e, dentro destes, em fases de desenvolvimento progressivamente mais avançadas, concluindo, por fim, com uma visão global do efeito de todas as possíveis mudanças no quotidiano de um qualquer ser humano em 2100.
Ao mesmo tempo que apresenta a possibilidade de avanços tecnológicos impressionantes, é interessante notar que o autor tem também o cuidado de meditar sobre as possíveis consequências das novas tecnologias, tanto a nível de vantagens como de perigos. Também isto contribui para uma visão mais completa de um futuro possível, não só a nível tecnológico, mas de reacção humana à tecnologia. Também este aspecto torna a leitura mais interessante.
Eis, portanto, um livro interessante, com toda uma vastidão de conhecimento a descobrir, mas apresentado de forma acessível e cativante. É quase inevitável imaginar este mundo futuro que o autor nos apresenta, mesmo no que respeita às possibilidades que mais estranheza inspiram. Talvez algumas delas pareçam inalcançáveis, é verdade. Mas não diriam o mesmo os nossos antepassados de alguns dos avanços do mundo actual?


PROCESSADOR HUMANO - QUEM É MAIS RÁPIDO?
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2 de novembro de 2011

QUANTIDADE DE INFORMAÇÃO NO MUNDO



Pesquisadores estimam a quantidade de informação existente no mundo. Levantamento diz que os seres humanos produziram 295 exabytes de informação, dados que chegariam até a Lua caso fossem gravados em CDs.

Se você acha que existe informação demais na internet, pare para pensar em parâmetros mundiais. Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acabam de estimar a quantidade de informação produzida entre os anos de 1986 e 2007, chegando à soma estratosférica de 296 exabytes.
Esse valor equivale a uma pilha de CDs de 400 metros de diâmetro, capaz de ultrapassar a altura da Lua, afirma Martin Hilbert, coordenador responsável pelo projeto. Isso porque 1 exabyte equivale a cerca de 1 bilhão de gigabytes, ou seja, informação para dar e vender.
Os pesquisadores estimaram o quanto de informação você pode guardar em todos os computadores e dispositivos tecnológicos, papéis, livros, gravações e até mesmo o chip de memória do seu cartão de crédito.
A seguir, eles calcularam quanto dessa informação pode ser transmitida, seja pela internet, televisão, rádio e celulares. Por último, foi calculado o quantidade final de informação que pode ser armazenada, chegando ao resultado final.
Porém, comparado com a capacidade de processamento da natureza, esses números são extremamente humildes. Por exemplo, se quiséssemos dar nomes a todas as estrelas do céu, seríamos capazes de batizar apenas uma em cada mil, isso usando todas as formas de armazenamento, seja papel ou discos rígidos.
Uma pessoa, na média, é capaz de comunicar cerca de seis jornais completos por dia, seja em conversas, mensagens e troca de dados. Claro, a computação é o processo de armazenamento que mais cresce no mundo, porém ela ainda não é capaz de dar conta do que nosso cérebro pode fazer.
Isso porque, ao colocar todos os computadores (estimados em 2007) juntos, eles seriam capazes de executar instruções, no máximo, iguais ao processamento de um cérebro humano no mesmo intervalo de tempo de 1 segundo.
A pesquisa é um importante fator indicativo socioeconômico, uma vez que a informação cada vez mais faz parte de nossas vidas, afirma Martin Hilbert. O estudo foi publicado na Science Express e teve como co-autora a pesquisadora Priscila Lopez, da Universidade da Catalunha



10/1/2008 - Quantidade de informação gerada nos últimos cinquenta anos é igual aos cinco mil anteriores

Cada vez mais estamos gerando mais documentos em papel. Segundo a AIIM International – Association for Information and Image Management International, EUA, a maior associação do mundo sobre gerenciamento da documentação, 95% das informações dos Estados Unidos estavam em papel em 1990. Este ano, cerca de 92% das informações ainda estarão em papel.
A humanidade gerou a mesma quantidade de informação nos últimos 50 anos que nos 5 mil anteriores. Esse número duplicará nos próximos 26 meses. Em 2010, a informação duplicará a cada 11 horas.
Fonte: CENADEM




Quanta informação há no mundo?

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15 de outubro de 2011

ALVIN TOFFLER I

“Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender” 


Alvin Toffler 


choque do futuro alvin toffler pdf

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