Blogue das cadeiras de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA no ano lectivo de 2010-2011 e de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO de 2011-2012 do ISCAD da Universidade Lusófona. AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO (TIC), SÃO INSTRUMENTOS MUITO IMPORTANTES E RELEVANTES PARA A QUALIFICAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS. PRINCIPALMENTE NO ENSINO, PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A TODA A POPULAÇÃO. DESIGNADAMENTE NOS SERVIÇOS A CARGO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE, JUSTIÇA, FINANÇAS, ETC… SÓ ASSIM SE PODE OBTER UM FUNCIONAMENTO DO SISTEMA RAZOAVELMENTE PRODUTIVO, ORGANIZADO E MODERNIZADO A NÍVEL DE EQUIPAMENTOS, OU SEJA, UM SISTEMA DE TRABALHO COM MAIORES FACILIDADES. CONTRIBUI COM POSTAGENS E COM A CRIAÇÃO DE NOVAS ETIQUETAS, PARA O ENRIQUECIMENTO DESTE BLOG. VISUALIZAR BLOG EM MOSAICO http://iscad-siap2010.blogspot.com/view/flipcard
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20 de novembro de 2011

WIKINOMICS: A Nova Economia das Multidões Inteligentes


MUNDO WIKI
Quanto mais partilha, mais ganha. 
Esta é uma das premissas do novo livro de Don Tapscott que elege a colaboração de massas, o livre acesso ao conhecimento e a acção global como as ferramentas fundamentais para a competitividade, crescimento e lucro das empresas e da sociedade em geral

      Com base num projecto no valor de nove milhões de dólares liderado pelo reconhecido autor Don Tapscott e escrito em parceria com Anthony D. Williams, o livro Wikinomics (já editado em português) demonstra de que forma conjuntos de pessoas, através da colaboração entre pares, podem participar na economia de uma forma jamais vista. Produzir conteúdos para a televisão, sequenciar o genoma humano, remisturar músicas favoritas, desenvolver software, encontrar a cura para determinada doença, inventar novos cosméticos ou até construir motas são apenas algumas das oportunidades possíveis neste novo mundo.

     Hoje, enciclopédias, companhias de aviação, sistemas operativos, fundos de investimento e muitas outras áreas estão a ser criadas por equipas que ascendem aos milhares ou até aos milhões. Enquanto alguns líderes temem o crescimento desmesurado das comunidades online, a Wikinomics - ou a economia wiki das multidões inteligentes - prova que este medo é absolutamente infundado. As empresas inteligentes podem (e devem) explorar a capacidade e o génio colectivos para estimular a inovação, o crescimento e o sucesso.

Um wiki não é mais do que um pequeno pedaço de software que permite a milhares de pessoas editar o mesmo website. Mas é o que se faz com ele que abre um mundo de oportunidades infinitas. E como sempre soubemos que duas cabeças pensam melhor do que uma, imaginemos o que acontecerá com 200 milhões a pensarem ao mesmo tempo? Como questiona Tapscott, “se pessoas de todos os cantos do mundo se juntam para criar uma enciclopédia como a Wikipédia que desafiou o poder absoluto da Britannica, então o que é que não é possível criar?”. Software, novos medicamentos, meios para inverter o aquecimento global? A resposta é afirmativa para todas as hipóteses, argumenta Tapscott, citando o exemplo de um seu vizinho, que constitui uma das inúmeras histórias que ilustram o poder e o sucesso da economia colaborativa no livro.

Rob McEwan possuía uma mina de ouro de 223 km2 até descobrir que os geólogos especialistas com quem trabalhava não lhe conseguiam dizer onde escavar. Decidiu então fazer um pouco de prospecção online e lançou um concurso, com um prémio de 500 mil dólares para oferecer a quem quer que fosse que lhe dissesse onde começar a procurar o ouro. As ideias vieram não só de geólogos, mas de estudantes, matemáticos e até de militares. Actualmente, a empresa de prospecção de ouro de McEwen, a Goldcorp Inc., passou de um valor de 100 milhões de dólares para nove mil milhões de dólares.
O que Don Tapscott pretende ilustrar com este exemplo é que os “nossos” especialistas nem sempre são os detentores da verdade, mas se optarmos pelo “open source”, se estivermos preparados para colaborar, é possível encontrar quem nos ajude. E a baixo custo.

E as empresas estão agora a consciencializar-se que muitos dos seus produtos e serviços podem ser criados e desenvolvidos... fora dos limites organizacionais. O termo em inglês, denominado “crowdsourcing” significa simplesmente uma espécie de outsourcing acessível e produzido pelas massas.
A Procter & Gamble é outro dos exemplos apresentados. Em busca de uma nova molécula que fosse capaz de remover nódoas de vinho das roupas, a famosa gigante não apresentou o desafio à sua equipa de inovação e desenvolvimento, mas criou antes um site chamado InnoCentive, no qual cientistas de qualquer parte do mundo pudessem olhar para este problema (e espreitar o que está a ser feito pelos seus pares) e serem pagos pelas soluções apresentadas. Hoje, mais de 30 empresas pertencentes ao ranking da Fortune 500 fazem parte do InnoCentive que já reúne 90 mil cientistas de 175 países. Empresas com problemas de difícil resolução oferecem recompensas chorudas para os que os conseguirem solucionar.

Em suma, a wikinomics é a nova força motora que está a juntar as pessoas, na Internet, para criar um cérebro gigantesco que possa pensar em conjunto sobre os diversos problemas que assolam a humanidade. E resolvê-los!

Um livro absolutamente fascinante e profundamente optimista.

Sobre os autores
Don Tapscott é considerado uma das maiores autoridades mundiais em estratégia de negócios e é fundador e presidente do think tank internacional New Paradigm, que se dedica à investigação do papel da tecnologia na produtividade, eficácia e competitividade das empresas. É autor de 11 livros, incluindo os best-sellers Paradigm Shift, Growing Up Digital e The Naked Company. O seu livro Wikinomics foi escrito em parceria com Anthony D. Williams, um ávido investigador do impacto das novas tecnologias na vida económica e social e vice-presidente da New Paradigm. Os seus clientes incluem executivos de topo das maiores empresas do mundo, bem como líderes governamentais de inúmeros países. Neste momento, Don Tapscott está a finalizar o seu 12º livro, uma espécie de “sequela” de Growing Up Digital e que se intitulará... Grown Up Digital.

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5 de novembro de 2011

A FÍSICA DO FUTURO

A Física do Futuro (Michio Kaku) 

Em novo livro, Michio Kaku afirma que fim da ideia de duplicação periódica de poder de chips por volta de 2020 diminuirá interesse dos consumidores. A famosa Lei de Moore  sobre a duplicação de densidade e poder dos transistores de chips a cada dois anos não apenas irá acabar como seu final pode significar um desastre económico quando acontecer, segundo previsão do respeitado cientista Michio Kaku em seu novo livro “Physics of the Future”. (A conhecida "lei" foi criada nos anos 1960 pelo co-fundador da Intel, Gordon Moore.)



Como será a vida daqui a cem anos? Que tecnologias teremos à nossa disposição e de que forma condicionaram a progressão do mundo? Quais serão as grandes mudanças e que meios terão sido utilizados para as concretizar? Estas são algumas das perguntas que o autor responde neste livro, onde, tendo por base o conhecimento de vários cientistas de diferentes áreas, o autor prevê não só os avanços da ciência, mas a medida em que estas mudanças alteraram o quotidiano de cada um.
É extraordinariamente fácil compreender este livro. Apesar das múltiplas tecnologias apresentadas e das leis aplicadas à sua criação, o autor apresenta inclusive os aspectos mais técnicos de forma acessível ao leitor comum, não sendo, portanto, necessário um grande conhecimento a nível de física para compreender os conceitos apresentados neste livro. Além disso, toda a exposição é construída de forma muito organizada, dividida por temas essenciais e, dentro destes, em fases de desenvolvimento progressivamente mais avançadas, concluindo, por fim, com uma visão global do efeito de todas as possíveis mudanças no quotidiano de um qualquer ser humano em 2100.
Ao mesmo tempo que apresenta a possibilidade de avanços tecnológicos impressionantes, é interessante notar que o autor tem também o cuidado de meditar sobre as possíveis consequências das novas tecnologias, tanto a nível de vantagens como de perigos. Também isto contribui para uma visão mais completa de um futuro possível, não só a nível tecnológico, mas de reacção humana à tecnologia. Também este aspecto torna a leitura mais interessante.
Eis, portanto, um livro interessante, com toda uma vastidão de conhecimento a descobrir, mas apresentado de forma acessível e cativante. É quase inevitável imaginar este mundo futuro que o autor nos apresenta, mesmo no que respeita às possibilidades que mais estranheza inspiram. Talvez algumas delas pareçam inalcançáveis, é verdade. Mas não diriam o mesmo os nossos antepassados de alguns dos avanços do mundo actual?


PROCESSADOR HUMANO - QUEM É MAIS RÁPIDO?
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2 de novembro de 2011

QUANTIDADE DE INFORMAÇÃO NO MUNDO



Pesquisadores estimam a quantidade de informação existente no mundo. Levantamento diz que os seres humanos produziram 295 exabytes de informação, dados que chegariam até a Lua caso fossem gravados em CDs.

Se você acha que existe informação demais na internet, pare para pensar em parâmetros mundiais. Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acabam de estimar a quantidade de informação produzida entre os anos de 1986 e 2007, chegando à soma estratosférica de 296 exabytes.
Esse valor equivale a uma pilha de CDs de 400 metros de diâmetro, capaz de ultrapassar a altura da Lua, afirma Martin Hilbert, coordenador responsável pelo projeto. Isso porque 1 exabyte equivale a cerca de 1 bilhão de gigabytes, ou seja, informação para dar e vender.
Os pesquisadores estimaram o quanto de informação você pode guardar em todos os computadores e dispositivos tecnológicos, papéis, livros, gravações e até mesmo o chip de memória do seu cartão de crédito.
A seguir, eles calcularam quanto dessa informação pode ser transmitida, seja pela internet, televisão, rádio e celulares. Por último, foi calculado o quantidade final de informação que pode ser armazenada, chegando ao resultado final.
Porém, comparado com a capacidade de processamento da natureza, esses números são extremamente humildes. Por exemplo, se quiséssemos dar nomes a todas as estrelas do céu, seríamos capazes de batizar apenas uma em cada mil, isso usando todas as formas de armazenamento, seja papel ou discos rígidos.
Uma pessoa, na média, é capaz de comunicar cerca de seis jornais completos por dia, seja em conversas, mensagens e troca de dados. Claro, a computação é o processo de armazenamento que mais cresce no mundo, porém ela ainda não é capaz de dar conta do que nosso cérebro pode fazer.
Isso porque, ao colocar todos os computadores (estimados em 2007) juntos, eles seriam capazes de executar instruções, no máximo, iguais ao processamento de um cérebro humano no mesmo intervalo de tempo de 1 segundo.
A pesquisa é um importante fator indicativo socioeconômico, uma vez que a informação cada vez mais faz parte de nossas vidas, afirma Martin Hilbert. O estudo foi publicado na Science Express e teve como co-autora a pesquisadora Priscila Lopez, da Universidade da Catalunha



10/1/2008 - Quantidade de informação gerada nos últimos cinquenta anos é igual aos cinco mil anteriores

Cada vez mais estamos gerando mais documentos em papel. Segundo a AIIM International – Association for Information and Image Management International, EUA, a maior associação do mundo sobre gerenciamento da documentação, 95% das informações dos Estados Unidos estavam em papel em 1990. Este ano, cerca de 92% das informações ainda estarão em papel.
A humanidade gerou a mesma quantidade de informação nos últimos 50 anos que nos 5 mil anteriores. Esse número duplicará nos próximos 26 meses. Em 2010, a informação duplicará a cada 11 horas.
Fonte: CENADEM




Quanta informação há no mundo?

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15 de outubro de 2011

PROSUMIDOR OU PROSUMER

Alvin Toffler, no seu livro A Terceira Onda, criou um termo para designar um novo tipo de personagem na sociedade capitalista.
O prosumidor (do inglês: prosumer), é o consumidor que produz conteúdo para outros consumidores, ou mesmo outros prosumidores.

O primeiro passo para se tornar um prosumidor é a inclusão digital.
Mas não é a inclusão digital para recebimento de média, mas sim para produção de média.

As ferramentas na internet estão ai para isso.
De blogs a wikis, todos podemos participar desse novo mundo.
O segundo passo é o pensamento crítico.
Questionar, questionar, questionar.
A chave para o conhecimento é nunca saber o suficiente para parar de conhecer.
O prosumidor assume a capacidade de indicar o que quer e como quer.
Mas, e você, o que tem feito que também o torna um prosumidor?

O seguinte vídeo , apesar de viajar um pouco, demonstra o que é um prosumidor, como surgiu e o que isso tem haver com o nosso futuro.

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8 de outubro de 2011

TRIBUTO A STEVE JOBS


Google rinde tributo a Steve Jobs by altamiranoflickr

O anúncio da prematura morte de Steve Jobs, ocorrida neste triste 5 de outubro significa muito mais do que a perda para uma empresa de seu norte, significa muito mais do que ter uma das figuras mais importantes da indústria do silício, essa perda não somente amputou da vida uma das figurinhas mais valiosas do álbum do hitech, a morte amputou o privilégio de sermos contemporâneos de um gênio, de um visionário nunca por mim antes visto, e nem por muitos que acompanham informática de perto, como eu. A morte de Steve Jobs traz um sentimento de “Como será daqui por diante?” no mundo da tecnologia e o Ajuda Livre mostrará em seu tributo o porque disso.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs#Juventude
http://www.ajudalivre.com/
história de Steve Jobs
A lenda
Dizemos aqui que este homem é uma lenda pois era um instrumento de visão muito além do seu tempo, foi um homem que conseguiu reunir uma força tamanha que mudou o modo de vida de muitas pessoas, esteve presente desde o início da revolução que a informática promoveu em nossas vidas e ainda se estendeu pelos campos da multimédia, da comunicação e reinventou por mais de uma vez o jeito de se usar computadores. Para quem não sabe, Jobs e sua maçã (Apple Computer) foi o pioneiro em desenvolver o computador em cores, inventou a interface gráfica, sustentou sozinho com sua empresa uma das maiores covardias da indústria da informática em prol de sua ideologia, foi um dos maiores apoiadores da mídia digital, foi decisivo na composição dos telefones inteligentes e ainda reinventou o modo de se usar os computadores, com o Tablet.

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2 de outubro de 2011

Visualizar os grandes jogadores na Economia da Internet





Mensagem escrita por Noam Fixler
Blonde 2.0 http://blonde20.com

Como os grandes jogadores da luta economia da Internet pelo controle sobre o mercado, John Battelle e Tim O'Reilly da Web 2.0 Summit equipe decidiram retratar essas batalhas em um mapa. No ano passado, eles criaram um mapa que mostra os jogadores na nossa economia de rede, reunidos em torno de vários territórios que representam a Web 2.0 's Pontos de Controle . Esses "pontos de controle" incluem "União de Redes Sociais", "Land of Search", "Reino de E-commerce", "O Planalto Plataforma" e mais algumas. Os principais intervenientes - Facebook, Google, Apple e Yahoo, para citar alguns - estão espalhados por todo o mapa, no seu ponto relevante (s) de controle.
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27 de setembro de 2011

Singapore

Novas tecnologias - Singapore - Tecnologia Tomorrow’s City


O desafio é criar um ambiente colaborante, para incentivar essa faculdade.

Lim Chuan Poh, presidente da Agência para a Ciência de Singapura, aposta na interdisciplinariedade científica:

“Nós queremos desenvolver uma forma de fazer pesquisa que permita, às diferentes comunidades de investigadores, vindas de diferentes disciplinas, trabalhar, realmente em conjunto, porque o espaço mais interessante da pesquisa é, justamente, a intercepção das disciplinas”

As cidades são realmente as interseções – estradas transversais de culturas, centros de partilha.

Em Singapura, a diversidade é inerente e explorada, cada vez mais, no campo da pesquisa de alta tecnologia e desenvolvimento.

Francois Luc, vice-presidente, da Thales, também defende a junção das várias áreas científicas:

“Não estamos já, num tipo de ambiente de pesquisa que exija apenas um talento específico, como a física. Estamos a entrar num domínio que exige a interacção de especialidades diferentes”.

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Massachusetts Institute of Technology